Qual o lugar do Brasil no negócio do clima?

Evento foi tentativa de firmar novo pacto ecoambiental no planeta

No maior evento do tipo dos últimos tempos, o poder decisório do mundo – a quase totalidade do PIB mundial -, reuniu-se, remotamente, na Cúpula do Clima, para debater e alinhar mecanismos de contenção da devastação ecoambiental. No centro da discussão esteve, para além da preservação da vida humana no planeta, o modelo de desenvolvimento econômico e social. Leia-se a busca de uma nova matriz energética, sobre a qual negócios, tradicionais ou disruptivos, terão de se assentar. Não se trata de opção ou alternativa benevolente ou humanitária de líderes ao redor do globo, abraçadores de árvores. Trata-se de uma conta que há décadas não fecha.

Para além de protocolos de intenção e discursos politicamente corretos, alguns para inglês ver – a exemplo do proferido pelo presidente Jair Bolsonaro -, há fortes sinalizações de mudanças concretas. Exemplo: a partir de 2030, países europeus deixarão de fabricar automóveis com tração baseada na combustão fóssil, assim como escalar plantas de energia limpa, tipo eólica e solar, já é realidade. Diante disso, pergunta-se: que lugar a essa mesa cabe ao Brasil? Como parte da resposta, é importante considerar que somente preservar a Amazônia é insuficiente. Grande parte do modelo precisa ser repensado, sob pena de ficarmos presos à máxima “fazendas lá, florestas aqui”.

Atividades essenciais e vacinação
É cada vez maior a pressão para que mais segmentos econômicos e categorias socioprofissionais entrem na lista de flexibilização dos decretos de isolamento social rígido ou no Programa Nacional de Imunização. Em nível federal, o deputado Pedro Bezerra (PTB) quer incluir entregadores de delivery e motoristas de transporte público entre as atividades essenciais. Por aqui, o Sindicato das Autoescolas defende que os instrutores de trânsito, considerados pela entidade como profissionais da educação, sejam contemplados na fase 4 da vacinação.

Sinal dos tempos eleitorais
A Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Ceará (OAB-CE) aprovou a regularização de anuidade sem multas e juros. Além disso, faz expediente junto à cúpula nacional da entidade para reduzir o valor. A proposta é da lavra do presidente Erinaldo Dantas, que deve disputar mais um mandato à frente da instituição. Data maxima venia, mas é jogo jogado.

Memória e história política
O Memorial da Assembleia do Estado do Ceará (Malce), na pessoa do seu presidente, Osmar Diógenes, está junto com equipe, em fase de elaboração de mais um livro. A obra será o resultado de uma criteriosa pesquisa sobre a memória política do Ceará, com foco no Poder Legislativo, dissecando fatos relevantes da nossa história, desde o Período Imperial.

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