A jogada envolvendo o PSD como novo aliado do Abolição

A sede do Governo do Estado / Divulgação

Quem considera que as articulações para 2024 ainda não começaram, olhe para a entrada do PSD no governo Elmano de Freitas (PT).

Em 2022, o grupo foi opositor ao atual comando do Palácio da Abolição e, mesmo derrotado, continuou como uma das forças políticas mais expressivas do Estado.

Com essa relevância, a agremiação, com dezenas de prefeitos e centenas de vereadores, seguiu atrativa. A lógica é simples. Mais do que um reforço na Assembleia Legislativa, o governismo retira do mercado um potencial aliado dos adversários.

Lugar-comum

As eleições de 2024 já podem ser consideradas um ponto fora da curva. As redes sociais, por exemplo, já estão encharcadas de todo tipo de apelo. Dancinhas, denúncias e a clássica imagem de político visitando todo tipo de lugar, cumprimentando pessoas, viraram lugar-comum. E ainda estamos a mais de um ano da campanha eleitoral.

Ícones culturais

Polêmicas à parte, por conta da legislação de segurança no trânsito, o famoso transporte “pau de arara” em romarias religiosas deve virar patrimônio cultural nacional. É o que quer o deputado federal José Guimarães (PT), autor do projeto. A ideia junta-se a outro ícone nordestino, a vaquejada, que também divide opiniões.

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