Mais da coluna Erivaldo Carvalho, do jornal O Otimista, desta 2ª

Ceará em Brasília

O projeto antifake news, que tramita no Congresso Nacional, terá uma pitada cearense. André Peixoto, presidente da Comissão de Direito da Tecnologia da Informação da OAB-CE, participará da sessão de debates públicos sobre a proposta, que pretende arrumar a bagunça política das redes sociais. O advogado falou à Coluna sobre a expectativa em torno da polêmica. “Requer um amplo debate com a sociedade e especialistas, sob pena de causar o efeito inverso: o prejuízo à liberdade de expressão e informação”.

Com o rodo na mão

Licenciados dos mandatos, os deputados Roberto Pessoa (federal, PSDB) e Júlio César Filho (estadual, Cidadania) estão palmilhando o território de Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza. Pesquisas de intenção de voto dão conta de que Júlio César venceria a também deputada Fernanda Pessoa, filha de Roberto. Mas, se o nome for o do pai, o ex-prefeito passa o rodo.

Avaliação e intenção

Extraoficiais, índices de avaliação das gestões da Capital e do governo do Estado animaram os bastidores da sucessão do prefeito Roberto Cláudio neste final de semana. Camilo Santana lidera a aprovação, seguido do prefeito. Na corrida ao Paço, três opositores estariam com dois dígitos – o mesmo acontecendo com um dos nomes da situação, quando apoiado pelos FGs e RC.

O desenvolvimento econômico sobre os trilhos da Transnordestina, na visão de Danilo Forte

Da Coluna Erivaldo Carvalho, do jornal O Otimista, edição desta segunda/13:

Estrada de ferro terá 1,7 mil quilômetros, ligando os portos do Pacém (CE) e Suape (PE)

Deputado federal com acesso livre ao terceiro andar do Palácio do Planalto, onde despacha o presidente Jair Bolsonaro, o cearense Danilo Forte (PSDB) fez um balanço alvissareiro para a Coluna sobre os impactos da Ferrovia Transnordestina na economia do Nordeste. Especialmente, do Ceará. “Estamos falando de um novo Arizona a ser descoberto”, diz o parlamentar, sobre um dos cinquenta estados americanos, que de clima desértico foi transformado, graças à logística, em uma das regiões com maior taxa de desenvolvimento econômico dos Estados Unidos. Com 1,7 mil quilômetros de estrada de ferro, a Transnordestina prevê a interligação dos portos do Pecém, no Ceará, ao de Suape, em Pernambuco, além do cerrado piauiense. Se concluída, deverá reduzir custos de transporte de produtos industriais, minerais e de agronegócios da região.

Recém-empossado na Câmara dos Deputados, Danilo Forte, que dizem conhecer os mosquitos do Congresso Nacional pelo nome, assumiu o mandato no lugar de Roberto Pessoa (PSDB), com a promessa de deixar seu legado no segmento de infraestrutura. Na avaliação do tucano, a logística de escoação de produção, em grande escala é, sem trocadilho, a correia de transmissão da produção, que leva ao desenvolvimento. “O Ceará, que tem uma economia frágil, embarca nesse processo”, completou. Danilo diz ter levado, por duas vezes, a pauta Transnordestina ao Palácio. Em ambas, registra, houve orientação expressa de retomada do empreendimento. “Não tenho dúvida de que será um marco na economia nordestina e cearense”.

Polêmico, projeto imobiliário na Sabiaguaba é uma bomba política

O empreendimento prevê 500 mil metros quadrados de ocupação, o equivalente a 3% da reserva

Os prédios que estão sendo licenciados pela BLD Desenvolvimento na região da Sabiaguaba não têm aval da Prefeitura de Fortaleza, conforme enfatizou o prefeito Roberto Cláudio, em nota divulgada nas redes sociais neste final de semana.

Também via comunicado oficial, a empresa diz que o empreendimento não fica na área de dunas.

O Ministério Público Estadual (MPCE) entrou no caso. A polêmica está no ar.

O chamado Conselho Gestor da Sabiaguaba, que aprovou a demarcação do loteamento, na última quarta/8, é formado por 20 membros – autoridades ambientais da Capital e do Estado, inclusive -, e representantes da sociedade civil.

Foram 14 votos a favor, dois contra, uma abstenção e três ausências.

Intrincado pela legislação ambiental, o assunto é um cipoal de detalhes técnicos. Mas num ponto já está mais claro do que a luz do Sol refletida nos montes de areia branca da região: é uma bomba política.

A temperatura nas redes sociais subiu, como deverá acontecer em parte da Cidade, caso, na opinião dos que discordam do megaempreendimento, os prédios sejam erguidos.

A oposição conhecida e tantos outros que têm o, digamos, senso de oportunidade, já fazem muito barulho no meio ambiente online.

O rebuliço não chega a ser novidade, num momento pré-eleitoral, tendo como pano de fundo o suposto avanço da iniciativa privada sobre um dos santuários naturais de Fortaleza.

Em dimensão maior ou menor, a sucessão do prefeito Roberto Cláudio passará pelo debate em torno do bolsonarismo e suas trombetas de fogo e desmatamento da Amazônia.

Há, evidentemente, muita distância no mérito.

Mas essas diferenças – de escala, inclusive -, informações distorcidas e/ou pela metade, costumam virar um mero detalhe na narrativa de quem quer impor sua verdade.

Isso serve para todos os lados.

Mapa do poder municipal começa a mudar antes mesmo das eleições

Marcha dos Prefeitos, em Brasília, em 2019: em busca de verbas e apoio político

Levantamento da Folha de S.Paulo desta quinta/9, mostra que, entre 2017 e 2020, houve um forte movimento, em nível nacional, de prefeitos municipais, da centro-esquerda para a centro-direita.

DEM, PSD, PP, Cidadania e PSL engordaram suas fileiras, enquanto MDB, PSDB, PSB, PDT e PT sofreram desidratação.

O jornal paulista atribui a migração ao fato de o controle político do governo federal ter mudado de lado.

De pires na mão, a maioria dos chefes municipais Brasil afora teve de se render a quem hoje tem acesso a verbas, emendas e projetos.

É verdade que em algumas situações camaleônicas específicas, os anfitriões brasilienses não mudam – não importa os rumos do poder.

Berço do cirismo e governado por um petista, o Ceará é uma situação sui generis desse novo mapa do poder municipal.

Mesmo em campos opostos no Congresso Nacional, o PDT dos Ferreira Gomes atraiu novos prefeitos, enquanto o PSD de Domingos Filho dobrou o número de prefeitos.

Na outra ponta, o PSDB de Tasso Jereissati e o MDB de Eunício Oliveira sofreram as maiores baixas – situação análoga ao cenário nacional.

Toda a dinâmica, claro, tem relação direta com a disputa eleitoral que se aproxima.

Em novembro próximo, a depender do padrinho político, prefeitos e/ou candidatos podem levantar a taça ou beijar a lona.

Também é óbvio que esse é somente uma das variáveis que definirão o novo mapa político municipal.

O que esperar da oposição com Bolsonaro infectado pela Covid-19

Da coluna Erivaldo Carvalho, edição desta quarta/8, do jornal O Otimista

Presidente da República entra para as estatísticas da pandemia

Quando pensávamos que o vexame pandêmico do País, em escala internacional, tinha atingido o platô, eis que o presidente da República é diagnosticado com a Covid-19. Logo Jair Bolsonaro, negacionista, reacionário, receitador de cloroquina e outras atitudes que vagueiam entre o esdrúxulo e o despreparo. Mas vamos aos possíveis desdobramentos. Em primeiro lugar, vale o registro de que o sexagenário ex-capitão do Exército é do grupo de risco – apesar de seu “histórico de atleta”. Em bom português, é prudente aguardar a evolução do paciente. Pode ser uma “chuva que todo mundo vai pegar”, como rogou o próprio, na coletiva que concedeu para anunciar o resultado. Ou algo mais delicado, que inspire os cuidados protocolares e institucionais próprios da contaminação e do cargo que o agora paciente ocupa.

O presidente entrou no corredor das estatísticas que tanto tripudiou. Inevitavelmente, sairá do outro lado, alimentando algum número dos próximos relatórios, que já registram 1,6 milhão de brasileiros contaminados, 66 mil mortos e 1,1 milhão de recuperados. O assunto, de interesse mundial, elevou ao teto as curvas de audiência e interesse do público. Previsivelmente, as entrincheiradas redes sociais não perdoaram. Foram inundadas por memes, piadas, sarcasmos e ironias. Mas até onde vai tudo isso? Bolsonaro está com Covid-19, muito, provavelmente, por seu próprio risco, conta, retardo e insolência. Bater tambor à porta de enfermaria ou UTI só fará lembrar que quem faz política em corredor de hospital é pior do que o vírus – o micro organismo, pelo menos, não tem ideologia nem pede voto.

A política da estupidez

Antibolsonaristas têm, diante de si, uma bela chance de mostrar que a política deve acontecer da porta de hospital para fora. O debate, civilizado, deve ser nas ruas, nas redes e nas urnas. Sob pena de mostrarem ao Brasil que sofrem de uma pandemia igualmente ou mais grave do que a Covid, com sintomas muito além da falta de ar, cansaço muscular e tosse seca. Insensibilidade humana, desprezo para com o próximo e vendeta não são próprios da política. A não ser que tenhamos optado por este estúpido novo normal.

Focada em conteúdos de negócio e investimentos, nasce a TrendsCE

Plataforma promete ser hub de informação no Ceará

Conteúdos estratégicos, que conectarão oportunidades de negócio e investimentos. Com essa proposta, será lançada nesta quarta/8, a TrendsCE. Multiplataforma, o conceito reúne análises, cenários, tendências de mercado e mineração de dados.

Para marcar o momento, haverá o debate “Retomada do Crescimento Econômico e Políticas de Desenvolvimento Regional”. Mediado pela jornalista Mara Luquet, o evento começa às 19h. Será transmitido pelo Youtube.

Vice-presidente Nordeste da Federação Brasileira de Câmaras de Comércio Exterior, o advogado Rômulo Alexandre Soares comentou para o Blog do Erivaldo Carvalho a importância de instrumentos como a TrendsCE.

“É vital a criação de espaços de difusão de conteúdo qualificado, que tratem de forma refinada a realidade como ela é”, declarou.

Operador jurídico com experiência em atração de investimento estrangeiro, Soares será um dos analistas da plataforma. “Tenho confiança que a TrendsCE ocupará uma posição de destaque nesse contexto”.

A plataforma nasce com a expectativa de ser um hub de informação no Ceará.

Em Fortaleza, particularmente, a TrendsCE chega num momento em que a Capital consolida arranjos institucionais, como a Fortaleza Competitiva, e Fecomércio e Fiec vivem expectativas de retomada da economia.

O prefeito Roberto Cláudio e os presidentes Maurício Filizola (Fecomércio) e Ricardo Cavalcante (Fiec) participarão do debate de lançamento da TrendsCE.

Também estarão na discussão o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues Júnior, e o diretor de Administração e Finanças do Sebrae nacional, Eduardo Diogo.

CEO do empreendimento, Marcos André Borges destaca que a TrendsCE foi concebida antes da pandemia, com genética digital. Isso quer dizer, reforça, que a plataforma nasce conectada com o novo normal.

“A TrendsCE é uma célula viva, antenada com todas as tendências de negócio que estão acontecendo no mercado global, nacional, regional e local”, afirma.

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SERVIÇO
Lançamento da TrendsCE
Debate: Retomada do Crescimento Econômico e Políticas de Desenvolvimento Regional.
Mediação: Mara Luquet
Data: 8/7, às 19h
Transmissão: YouTube https://bit.ly/2NFhy3I

Em live, pré-candidatos Carlos Matos e Heitor Férrer debatem Cidade de Fortaleza

Em meio à pandemia de Covid-19, um estilo de debate político pouco usual vem crescendo no meio online: live entre pré-candidatos a prefeito.

Em Fortaleza, o formato vem sendo aplicado pelo nome do PSDB à sucessão de Roberto Cláudio (PDT), Carlos Matos.

Nesta segunda/6, o tucano recebe o deputado estadual Heitor Férrer, que deve entrar na disputa municipal pelo Solidariedade.

O bate-papo começa logo mais, a partir das 18h30min. Será transmitido pelos perfis @heitor_ferrer e @carlosmatoslimaa.

Matos já realizou esse tipo de discussão com os pré-candidatos Capitão Wagner (Pros), o presidente do PSDB-CE, Luiz Pontes, e profissionais da saúde.

Amanhã, terça/7, o pré-candidato tucano receberá o presidente da BSPAR e vice-presidente da CNI, Beto Studart.

Debates políticos, ao vivo, sem mediadores, entre pré-candidatos que daqui a poucas semanas estarão disputando voto, tem chamado a atenção do público em geral.

Alguns segmentos consideram o formato estanho. Outros, um tanto curioso.

Só não dá para dizer que não é inovador.

Prós e contras da retomada dos trabalhos legislativos em meio à pandemia

Da Coluna Erivaldo Carvalho, do jornal O Otimista, edição desta segunda, 6:

Retorno de sessões presenciais, ainda sem data definida, será acompanhado de protocolos de segurança e prevenção

Entre trancos, barrancos e o debate político contaminado (sem trocadilho) pelo novo coronavírus, neste mês de julho deveremos ter um ensaio geral para o retorno das atividades presenciais nos parlamentos. A intenção é plausível. As sessões remotas, impensáveis há poucos anos, cumprem seus objetivos – mesmo limitados. Um mosaico de rostos numa tela nunca substituirá uma casa política. E nem é esse o objetivo. São paliativos, impostos pelas circunstâncias. Parlamentos são organismos vivos da democracia. Nestes, plenário, tribuna, comissões, departamentos e corredores são órgãos e artérias vitais, por onde pulsam as decisões que ressoam e ajudam a moldar a realidade aqui fora. Esse é o lado positivo.

O lado negativo está aí: o País sequer conta com ação técnica confiável do governo federal. Cada estado faz o que pode. Municípios, idem. Há uma imensa disparidade de curvas de infecções e mortes, dependendo do local observado. A retomada precoce dos trabalhos presenciais nos parlamentos trará um brutal impacto nesses cenários. É reconfortante saber que dirigentes das casas – Congresso, assembleias e câmaras -, estão, até agora, ancorados na retórica epidemiológica. Dizem que, nos trabalhos presenciais, serão adotados todos os protocolos de segurança e prevenção. Mais do que isso, é preciso parcimônia. Sabemos que uma campanha eleitoral vem aí, há assuntos relevantes a serem definidos e um recesso branco entre um e outro. O tempo político, portanto, urge. Mas o bom senso salva vidas. O Brasil está aprendendo a lição da pior forma. Não precisamos dessa aula de reforço.

A pré-candidatura de Luizianne Lins e as batalhas que estão por vir

Ex-prefeita quer disputar a Prefeitura de Fortaleza pela quarta vez

Principal movimento da cena política local deste final de semana em Fortaleza, a indicação da deputada federal Luizianne Lins (PT), como pré-candidata na Capital, mostra como estão, até aqui, bem costuradas, internamente, as articulações da ex-prefeita.

Ato contínuo ao anúncio, Luizianne e seus principais apoiadores começaram uma espécie de segunda fase da estratégia: sinalizar, externamente, para os potenciais aliados – petistas que destoam da tese de candidatura própria e forças externas ao próprio partido.

Por esse ângulo, fica claro porque Luizianne e seu entorno, em vez de justificar a pré-candidatura petista à sucessão do prefeito Roberto Cláudio (PDT), trata de enviar mensagens para o governador Camilo Santana, o ex-secretário Nelson Martins, o “ótimo vice” Élcio Batista (PSB) e o camarada PCdoB.

Equivale a dizer que, adotando a narrativa de “caso consumado” e “página virada”, os luiziannistas vão empilhando mais sacos de areia na trincheira de resistência às pretensões do PDT de RC e FGs – e com o apoio do governador -, em ter o PT no mesmo palanque.

Experiente combatente – em vitórias e derrotas -, Luizianne e seus soldados sabem os embates que serão travados. E não serão poucos.

A favor da pré-candidatura de Luizianne há a farta artilharia que Ciro Gomes, um dia sim e outro também, aponta para Lula. Nesse quesito, a ex-prefeita e o ex-ministro são um espetáculo à parte.

Mas isso é pouco. Muito pouco para manter de pé uma candidatura a prefeita de uma metrópole com os intricados gargalos e potencialidades exibidos por Fortaleza.

Também se pode argumentar que além de ser uma candidatura em defesa de Lula, o PT é antibolsonarista. Repete-se o argumento acima. Com o acréscimo de que o partido do ex-presidente e da ex-prefeita vem perdendo o hegemonismo nesse campo.

O processo de 2018 e a dinâmica no Congresso Nacional de lá para cá mostram isso, claramente.

Defender Lula e atacar Bolsonaro correm o risco de ser tão somente tiros de distração, num cenário de guerra que se anuncia sangrento entre a candidatura do Paço Municipal e a batalhão que está se formando em torno de Capitão Wagner (Pros).

Resumo da opereta: o movimento petista do final de semana representa ocupação de território, no momento em que os bastidores políticos começam a fazer os primeiros teatros de guerra.

Mas as batalhas efetivas ainda estão por vir, alguns grupamentos sequer são conhecidos e ainda não se sabe a extensão do conflito.

Luizianne avançou algumas casinhas no tabuleiro. Mas precisa economizar na pólvora.

Ela pode precisar.

Tucanato nacional: de presidenciáveis a denunciados pela Lava Jato

Conte comigo: de cinco presidenciáveis tucanos, três são acusados de corrupção

Alcançado pela Operação Lava Jato, o senador e ex-governador de São Paulo, José Serra (PSDB) entra para a “seleta” lista de políticos de expressão nacional que receberão um destrutivo carimbo em sua extensa biografia.

Serra foi denunciado por lavagem de dinheiro, cuja origem seria propina que o então governador teria recebido entre 2006 e 2007, nas obras do Rodoanel Sul.

No próprio PSDB, Serra fará companhia a outros tucanos de lustrosa plumagem, como o também paulista Geraldo Alckmin e o mineiro Aécio Neves, também alvos de processos do tipo.

Desde a redemocratização brasileira, no final dos anos 1980, houve oito eleições presidenciais – o PSDB encabeçou chapa em todas elas. Veja o histórico:

1989 – Mário Covas
1994 – Fernando Henrique
1998 – Fernando Henrique
2002 – José Serra
2006 – Geraldo Alckmin
2010 – José Serra
2014 – Aécio Neves
2018 – Geraldo Alckmin

Três dos presidenciáveis do PSDB – disputaram as últimas cinco eleições -, se vêm agora tendo de se explicar à Justiça e à opinião pública por corrupção.

De lá para cá, o eleitor brasileiro fez outras escolhas, das quais há sérias dúvidas se foram as melhores para o País.

Por outro lado, vejam de quem nos livramos!