Para quem pensa em se candidatar

Próximas eleições escolherão prefeitos e vereadores / Tomaz Silva/Agência Brasil

É mais ou menos consenso entre consultores que candidaturas viáveis devem atender a três critérios: boa articulação política, condição jurídica satisfatória e comunicação eficiente.

Alguns especialistas discordam do tripé. Sugerem a necessidade de uma gestão bem avaliada – os ditos resultados convincentes. Argumentam que é a partir daí que tudo o mais se desenha.

É possível que os dissidentes da tese que une os três eixos iniciais tenham razão. Não há muito o que fazer diante de uma administração desastrosa. Estrategistas, advogados e comunicadores são profissionais liberais – não são feiticeiros.

Dito isso, vamos lá. Toda candidatura precisa de apoio político-partidário – dentro e fora da sigla. Sem isso, não vai muito longe. Morrerá por inanição, boicote ou fogo amigo.

Os aspectos jurídicos é outra coluna imprescindível. Os autos contam muito. Quase ninguém quer por perto um candidato arrastando correntes. Isso vale, principalmente, para a Justiça Eleitoral. Há o sério risco de ganhar e não levar.

Já a comunicação é uma batalha. Não à parte, porque está integrada a tudo, mas transversal. Se o candidato tiver os melhores aliados, uma primorosa ficha e não souber se comunicar, não chegará ao grande público. Será candidato dele mesmo.

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