Como no governo Elmano, maiores gargalos de Lula estão na economia

Petistas estão sob pressão da economia / Agência Brasil

Constatação cristalizada em manuais, consultorias e crônicas políticas, fatores econômicos são pai e mãe de quase tudo o que acontece no jogo do poder. De guerras a eleições democráticas; de ascensão de impérios a derrotas vexatórias nas urnas.

As cinco vitórias presidenciais do PT – três de Luiz Inácio Lula da Silva e duas de Dilma Rousseff, inclusive, o impeachment da então mandatária – só reforçam a tese.

Isso significa que, mais uma vez, o petista depende, como qualquer outro governo, em qualquer outro tempo, de uma performance acima da média do governo anterior e próximo do que prometera na campanha. Mesmo que, neste último aspecto, tenha havido um recorte histórico seletivo.

As contas públicas nacionais estão desarrumadas; o governo começou furando o teto de gastos fiscais; a inflação ameaça degringolar; os juros estão altos; há muita pressão por investimentos. Lá fora, a brisa está um mormaço.

A situação espelha o governo Elmano de Freitas (PT). Não é um bom sinal debutar no mandato tendo de aumentar impostos e fazer empréstimo para pagar dívidas;

Os dois petistas também têm desafios políticos? Claro. Mas, muitos deles seriam facilmente resolvidos, se os cofres estivessem em seus melhores dias.

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