O desenvolvimento econômico sobre os trilhos da Transnordestina, na visão de Danilo Forte

Da Coluna Erivaldo Carvalho, do jornal O Otimista, edição desta segunda/13:

Estrada de ferro terá 1,7 mil quilômetros, ligando os portos do Pacém (CE) e Suape (PE)

Deputado federal com acesso livre ao terceiro andar do Palácio do Planalto, onde despacha o presidente Jair Bolsonaro, o cearense Danilo Forte (PSDB) fez um balanço alvissareiro para a Coluna sobre os impactos da Ferrovia Transnordestina na economia do Nordeste. Especialmente, do Ceará. “Estamos falando de um novo Arizona a ser descoberto”, diz o parlamentar, sobre um dos cinquenta estados americanos, que de clima desértico foi transformado, graças à logística, em uma das regiões com maior taxa de desenvolvimento econômico dos Estados Unidos. Com 1,7 mil quilômetros de estrada de ferro, a Transnordestina prevê a interligação dos portos do Pecém, no Ceará, ao de Suape, em Pernambuco, além do cerrado piauiense. Se concluída, deverá reduzir custos de transporte de produtos industriais, minerais e de agronegócios da região.

Recém-empossado na Câmara dos Deputados, Danilo Forte, que dizem conhecer os mosquitos do Congresso Nacional pelo nome, assumiu o mandato no lugar de Roberto Pessoa (PSDB), com a promessa de deixar seu legado no segmento de infraestrutura. Na avaliação do tucano, a logística de escoação de produção, em grande escala é, sem trocadilho, a correia de transmissão da produção, que leva ao desenvolvimento. “O Ceará, que tem uma economia frágil, embarca nesse processo”, completou. Danilo diz ter levado, por duas vezes, a pauta Transnordestina ao Palácio. Em ambas, registra, houve orientação expressa de retomada do empreendimento. “Não tenho dúvida de que será um marco na economia nordestina e cearense”.

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